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A mostrar mensagens de junho, 2025

Celebração do Dia de Portugal, Camões e das Comunidades Portuguesas: Homenagem à Língua, Cultura e Tradições

Hoje, 10 de junho, celebra-se o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas. Como tal, não poderia deixar de assinalar este dia com uma nova publicação, ou não fosse ela escrita em Língua Portuguesa, a língua de Camões. Não me querendo alongar muito sobre quem foi Luís Vaz de Camões (pois todos estudamos a sua obra, nas aulas de português, quando frequentamos a escola), é considerado uma das maiores figuras da Literatura Lusófona, foi um poeta português que nos deixou um grande legado literário, principalmente com os seus poemas de ode ao Amor ou com a epopeia d' Os Lusíadas. Neste sentido, deixo-vos aqui dois exemplos da obra camoniana. O primeiro, um pequeno excerto da obra Os Lusíadas: Trabalho efetuado por Leonor Ramos As armas e os barões assinalados Que, da ocidental praia lusitana, Por mares nunca de antes navegados Passaram ainda além da Taprobana, Em perigos e guerras esforçados, Mais do que prometia a força humana, E entre gente remota edificaram Novo reino, ...

O tempo, esse impiedoso que é tudo para nós, mas que nos escapa com a rapidez do vento

Vivemos numa era em que tudo parece acontecer depressa demais. Acordamos com o despertador a gritar urgência, corremos para cumprir prazos, tarefas, compromissos. Mal abrimos os olhos e já estamos a pensar no que vem a seguir. A vida virou uma maratona constante — uma corrida contra o tempo que, paradoxalmente, nunca diminui o ritmo, apenas acelera. Dizemos que não temos tempo. Que faltam horas no dia, que a semana voou, que o ano já está a meio e mal demos por isso. Mas o tempo está lá, sempre esteve. A verdade é que, ocupados demais com o que achamos ser urgente, deixamos escapar o que realmente importa: um café com calma, uma conversa sem relógio, um silêncio que não precise ser preenchido. Estamos tão focados em fazer, produzir, concluir, que nos esquecemos de simplesmente estar. O tempo não espera por ninguém, e quanto mais tentamos controlá-lo, mais ele nos escapa. É como areia fina entre os dedos — quanto mais apertamos, mais rápido se vai. Talvez a maior sabedoria seja apre...