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Memórias da Nacional 2 – parte I


Hoje estou aqui para partilhar convosco a nossa experiência pela Nacional 2, de moto, decorrida no ano de 2023.

Muitos de vós sonham em percorrer a “mítica” N2, outros possivelmente já o fizeram. E existem inúmeras possibilidades de planear esta viagem e de a concretizar.

No nosso caso, meu e do meu marido, optamos por ir só os 2. E como moramos relativamente perto, optamos por começar esta aventura partindo da localidade de Mora e seguir rumo ao norte, até ao quilómetro zero, em Chaves.

Com a preparação da viagem não perdemos muito tempo, não foi muito meticulosa, mas, obviamente que, antes de iniciarmos uma viagem como esta, há que verificar se está tudo bem, se tudo está em conformidade relativamente à moto (pneus, travões, luzes combustível…), para podermos viajar em segurança. Escolhemos uma ou duas mudas de roupa essenciais e práticas, produtos de higiene e documentos, casaco motard e capacete e… bora lá partir à aventura!

Em Mora iniciamos a aventura pela N2, depois da foto da praxe a marcar o seu início. 


Nós, por exemplo, já conhecemos o que a localidade oferece, no entanto, para quem não conhece, aqui fica a dica.

Em Mora poderão conhecer o Fluviário de Mora, o Museu Interativo do Megalitismo ou degustar da sua gastronomia tradicional,onde se incluem as suas famosas migas. por isso, Visit Mora!

Seguindo viagem, passamos por Montargil, muito conhecida pela baía da barragem, zona onde se pode pescar, fazer piqueniques e veranear quando faz muito calor.

Depois de Montargil, seguimos até à localidade de Ponte de Sor.

O nosso “modus operandi” foi seguir viagem pela N2 de moto e desfrutar do prazer da viagem, observando a paisagem, sentindo a brisa e criar memórias.

Fomos sempre seguindo viagem, passando pelas localidades de Abrantes e Sardoal e, neste dia, o almoço foi algo simples e prático, até que chegamos a Vila de Rei, onde descansamos um pouco, vimos o Centro Geodésico de Portugal, que assinala o centro do país e onde visitamos o Museu de Geodesia.


Bem, podemos dizer-vos que a paisagem vista de lá é só… BRUTAL!

Seguimos viagem, passando por Sertã e fomos fazendo pequenas paragens pelo caminho, para descansar e “esticar” as pernas.

Paramos na Praia Fluvial de Ribeira Grande, na Barragem do Cabril ou em Pedrógão Grande, até pararmos novamente numa localidade com um nome peculiar, mas também tão desejado, será!? Paramos em Picha.

Pois é, quem faz a N2 tem que obrigatoriamente parar no café “A Picha”, aí poderá tirar fotos como esta.


Poderá também adquirir merchandising alusivo à N2 e à localidade, assim como, claro está, beber uma água, ou café, lanchar, ir fazer um xixizinho, etc.

Como já tinha dito anteriormente, esta viagem não foi meticulosamente preparada, logo foi neste período de descanso que definimos quanto mais tempo e quilómetros iríamos andar de moto e decidimos onde pernoitar.

Desde que exista ligação à internet por wifi, atualmente, nos nossos smartphones possuímos diversas aplicações que nos permitem fazer um sem número de coisas rapidamente.

Então, através da app booking, pesquisamos alojamento não muito longe de Góis. Acabamos por ficar hospedados no Hotel de Arganil, um hotel de 3 estrelas e bastante confortável e acolhedor, com pequeno-almoço incluído.

Assim foi, seguimos viagem, passamos por Góis, localidade conhecida pela sua Praia Fluvial e pelas concentrações motards no mês de Agosto.

Até que chegamos a Arganil e depois de algumas voltas à localidade para encontrarmos o hotel, porque o acesso estava em obras, lá encontramos o alojamento, fizemos o check-in, instalamo-nos e saímos para jantar. Neste momento a dois, em que procurávamos o restaurante para degustarmos de uma boa refeição, verificámos que estávamos alojados numa zona com imensas potencialidades e ficou no ar a curiosidade de visitarmos a aldeia de Piódão (pena é que, ao dia de hoje, toda aquela paisagem tenha ardido).



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