pediu coragem, pediu rumo, pediu chão.
Saí da zona de conforto, quase sem dar por ela,
aprendi a organizar o tempo,
a planear o futuro
e a transformar ideias em realização.
Foi um ano de primeiras vezes guardadas na memória:
uma viagem Erasmus, em grupo, a Madrid,
fora do país,
onde o mundo se abriu em partilha, riso e descoberta.
E também Badajoz, Mérida e Sevilha, em família,
onde cada passo foi feito de mãos dadas,
entre histórias, gargalhadas
e momentos que ficam para sempre.
No associativismo, abracei um novo desafio,
um salto que me ensinou a ir mais longe:
gestão, organização, planeamento,
crescer fazendo, aprender errando,
superar limites que eu própria desconhecia.
Ao bom ritmo do folclore,
2025 levou-me a novos lugares,
deu-me novas aventuras,
relembrou-me que a tradição também é caminho
e que dançar é outra forma de viver.
Na família, como sempre,
houve emoção, alegria e discussão,
porque amar também é isso.
Entre altos e baixos, a certeza mantém-se:
a família vive no coração,
é porto seguro, é raiz e é casa.
E agora, 2026 vai correndo a passos largos,
como uma página em branco cheia de promessas.
Que traga novos desafios e novas conquistas,
que a saúde acompanhe cada passo,
que o amor continue a ser abrigo
e que a paz encontre lugar no quotidiano.
Que 2026 seja feito de esperança,
de sonhos com direção
e de coragem para continuar a caminhar
de sonhos com direção
e de coragem para continuar a caminhar
e com as pessoas certas ao nosso lado.

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