Eis que o novo ano de 2026 inicia com a participação num novo ebook “Sonhos à Flor da Página”. Este desafio, foi, para mim, muito mais do que integrar uma coletânea literária — foi fazer parte de um projeto profundamente humano, sensível e coletivo, onde a palavra ganha tempo, ritmo e propósito. Esta obra nasce de um concurso literário que reúne 52 poemas, pensados para acompanhar o leitor ao longo de um ano inteiro: um poema para cada domingo, um convite semanal à pausa, à introspeção e ao sentir.
Ao longo destas páginas, diferentes vozes unem-se num só fio condutor: os sentimentos. Cada poema transforma emoções em linguagem, criando reflexos da alma que encontram abrigo em cada página. É uma obra plural, onde coexistem olhares, vivências e sensibilidades distintas, mas onde todos partilham a mesma vontade de tocar o outro através da poesia.
A minha participação nesta coletânea acontece em dois momentos muito especiais do ano:
✨ 14.ª Semana – “Oh Sol”
Este poema nasce da necessidade de celebrar a luz — não apenas a que nos aquece a pele, mas também a que insiste em viver dentro de nós, mesmo nos dias mais nublados. “Oh Sol” é um diálogo com a esperança, com a força silenciosa que nos impulsiona a continuar, a acreditar e a recomeçar. É um poema que convida à contemplação e ao reconhecimento da luz como presença essencial na vida.
🌱 41.ª Semana – “Rumo ao Amanhã”
Já mais adiante no ano, “Rumo ao Amanhã” surge como um poema de transição e de movimento. Fala de mudança, de coragem e de caminho. É um olhar voltado para o futuro, não como algo distante ou idealizado, mas como um espaço que se constrói passo a passo, com consciência, aprendizagem e esperança. Um poema que abraça o amanhã sem negar o hoje.
Integrar “Sonhos à Flor da Página” é, para mim, uma honra e uma gratidão profunda. Esta obra coletiva prova que a poesia continua viva, necessária e capaz de criar pontes entre pessoas. Que cada domingo seja, para quem lê, um encontro consigo mesmo — e que as palavras aqui reunidas possam acompanhar, acolher e florescer ao longo do ano.
Descubra tudo na 1.ª edição em:
Ao longo destas páginas, diferentes vozes unem-se num só fio condutor: os sentimentos. Cada poema transforma emoções em linguagem, criando reflexos da alma que encontram abrigo em cada página. É uma obra plural, onde coexistem olhares, vivências e sensibilidades distintas, mas onde todos partilham a mesma vontade de tocar o outro através da poesia.
A minha participação nesta coletânea acontece em dois momentos muito especiais do ano:
✨ 14.ª Semana – “Oh Sol”
Este poema nasce da necessidade de celebrar a luz — não apenas a que nos aquece a pele, mas também a que insiste em viver dentro de nós, mesmo nos dias mais nublados. “Oh Sol” é um diálogo com a esperança, com a força silenciosa que nos impulsiona a continuar, a acreditar e a recomeçar. É um poema que convida à contemplação e ao reconhecimento da luz como presença essencial na vida.
🌱 41.ª Semana – “Rumo ao Amanhã”
Já mais adiante no ano, “Rumo ao Amanhã” surge como um poema de transição e de movimento. Fala de mudança, de coragem e de caminho. É um olhar voltado para o futuro, não como algo distante ou idealizado, mas como um espaço que se constrói passo a passo, com consciência, aprendizagem e esperança. Um poema que abraça o amanhã sem negar o hoje.
Integrar “Sonhos à Flor da Página” é, para mim, uma honra e uma gratidão profunda. Esta obra coletiva prova que a poesia continua viva, necessária e capaz de criar pontes entre pessoas. Que cada domingo seja, para quem lê, um encontro consigo mesmo — e que as palavras aqui reunidas possam acompanhar, acolher e florescer ao longo do ano.
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