Hoje, 31 de maio, celebra-se o Dia Nacional do Folclore Português, uma data que, a quem evoca o Floclore Português nos grupos que represnta, toca de forma muito especial.
em nome individual, sinto um enorme orgulho por, numa vida ainda tão breve, já ter tido a oportunidade de representar alguns grupos folclóricos do concelho de Coruche. Mais especial ainda é poder partilhar essa paixão com as minhas filhas, que me acompanham neste caminho de preservação das nossas tradições, de uma forma muito especial, no Rancho Folclórico de Vila Nova da Erra.
O folclore sempre fez parte da minha história. Descendente de quem também representou um grupo folclórico (Rancho do Sorraia - Azervadinha, década de 60 do século XX), cresci a ouvir falar da importância de manter vivas as nossas raízes. Neste sentido, recordo também com carinho o meu avô materno (saudoso avô Zé), que adorava assistir às atuações de grupos folclóricos de várias regiões do país, apreciando a forma como davam vida aos costumes, às tradições e ao modo de viver dos nossos antepassados, sempre com a maior autenticidade possível.
Acredito que representar o folclore é muito mais do que vestir um traje ou dançar uma moda. É honrar quem veio antes de nós, preservar memórias, transmitir valores e manter viva a identidade de um povo. É recordar as nossas origens e compreender melhor o caminho que nos trouxe até aqui.
Num mundo que corre cada vez mais depressa, o folclore continua a ser um elo precioso entre gerações. E para mim, poder fazer parte dessa missão é um privilégio e uma responsabilidade que carrego com enorme orgulho.
Esta é uma forma de celebrar e Honrar o Folclore Português.
Que se mantenham vivas as nossas raízes, as nossas tradições e a memória dos nossos antepassados.

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